Depoimentos · Dicas de estudos

Depoimento – Natália Uchôa – aprovada na PFN e AGU.

Hoje o depoimento é de uma amiga que fiz no concurso, minha xará por sinal: Natália Uchoa. Parabéns pela aprovação! Segue o relato:


Comecei a estudar para concursos públicos em fevereiro/2014. No início cometia alguns erros (aqui vai minha primeira dica: procure uma orientação. Seja um coach, seja com os amigos que já estão no caminho há mais tempo. No meu caso, fiz grandes amigos que me ajudaram). Estudava duas matérias por dia, lia muita doutrina e jurisprudência, mas pecava na leitura de lei seca, resolução de questões e frequência de revisão. Em outubro/2014 passei na 1º fase p/ Analista do TCE/GO, mas, apesar de tirar uma nota razoável na 2º fase, minha classificação ruim na 1º fez com que eu ficasse fora do número de vagas. Percebi que precisava ler mais lei seca (outra dica: Façam provas, pois ajudam a identificar as deficiências).


Em janeiro/2015 passei a usar a maior parte do meu tempo para ler MUITA lei seca e a fazer MUITAS questões. Mantive a frequência dos informativos semanais e deixei a doutrina somente para alguns pontos mais específicos, mas ainda cometia o pecado de não saber revisar (Revisão é tudo! Não negligenciem nesse ponto). Nesse intervalo fiz algumas provas, mas sem êxito.

Em junho/2015 saiu a notícia mais esperada (e temida) por mim: Os editais da PFN e AGU seriam publicados no mês seguinte 😳. Fiquei paralisada, perdi o sono e senti muita dor de cabeça nos dias seguintes. Só conseguia pensar na quantidade de matérias ainda não estudada.


Depois de alguns dias na “sofrência”, levantei a cabeça e voltei a estudar. Passei a ver todas as matérias dentro de uma semana (com muita lei seca + questões + informativos), o que me permitiu chegar equilibrada nas provas. Nesse tempo também comecei a aplicar o método de revisão 24h, 15 dias e mês a mês, abandonei doutrina e respondi todas as provas anteriores da AGU/PFN. Segui nesse ritmo até o dia da prova e, graças a Deus, deu tudo certo. Estava na segunda fase dos dois concursos. Nessa fase contratei coach para correção de peças e questões e estudei bastante jurisprudência. Deu certo!


Era chegada a hora de enfrentar a temida prova oral. Nessa etapa busquei decorar o conceito de todos os pontos do edital, estudei apenas por resumos, revisei jurisprudência, li bastante lei seca em Civil e Administrativo e, por fim, treinei com amigos via Skype.

No dia 18 de julho de 2016 veio a tão sonhada aprovação para o cargo de Advogado da União. Hoje olho para trás e vejo que, entre erros e reprovações, os amigos concurseiros, a disciplina, a persistência e a fé foram os elementos essenciais para minha conquista. Minha última dica é: Não tenha medo de testar métodos, de pedir ajudar a quem já chegou lá, de fazer provas ou de chorar por uma reprovação. No fim vc irá encher os olhos de lágrimas, olhar para o céu e dizer: VALEU A PENA! 

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